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Venda da TIM: VIVENDI/GVT de volta ao jogo? PDF Imprimir E-mail
Sábado, 29 de Março de 2014 16:03

A determinação do CADE para que a Telefônica saia do controle da TIM no Brasil pode trazer alterações no cenário competitivo da telefonia móvel nos próximos meses.

Em edições anteriores desta coluna, comentamos os movimentos na Itália que implicam na necessidade de reposicionamento no controle da TIM, no Brasil. O CADE já solicitou que a Telefônica se desfaça do controle da TIM ou da VIVO no Brasil, em um prazo que os analistas estimam em 18 meses, mas que foi mantido em sigilo pelo CADE, para não impactar a possível venda de posições.

Assim, em princípio, trata-se de uma questão de tempo para que o Brasil passe a contar com um novo player ou com uma reconfiguração da TIM.

Já foi cogitado, por exemplo, que a TIM poderia ser dividida e comprada pelos atuais players, de forma a que o novo Market Share resultante seja tal que minimize os impactos competitivos decorrentes do desaparecimento da TIM como empresa atuante no mercado brasileiro.

No cenário onde a compra seja realizada de forma integral, mantendo a configuração atual de cinco prestadoras móveis com cobertura nacional (OI, TIM, CLARO, VIVO e NEXTEL), é importante acompanhar os movimentos da VIVENDI, empresa francesa, que é detentora do controle da GVT, no Brasil.

A GVT é uma empresa que começou a operar em 2000, logo após a abertura do mercado de telecomunicações brasileiro, como uma empresa espelho, atuando inicialmente na região da Brasil Telecom (posteriormente adquirida pela OI). A GVT construiu um modelo de negócios sólido, focado inicialmente em medias e grandes cidades do interior do Brasil, operando com rede fixa.

Tal estratégia tem se mostrado exitosa e a GVT conseguiu se consolidar com um importante player no mercado, A Tabela 1 apresenta alguns dados da GVT em 2013.

Tabela 1 – Crescimento da GVT em 2013

Milhares

2012

2013

∆Ano

Telefones Fixos (Voz)

3.489

3.934

12,8%

 Banda Larga 

2.239

2.621

17,1%

 TV por Assinatura 

406

643

58,4%

Total de Acessos

6.134

7.198

17,3%

 Base de clientes ≥ 10MB 

80%

86%

-

Cidades Cobertas

139

150

7,9%

Fonte:www.teleco.com.br

Este crescimento vem acompanhado de um desempenho econômico financeiro interessante, com aumeto da Receita Liquida e do EBITDA, como mostra a Tabela 2.

 Tabela 2 – Dados econômico financeiros da GVT

 

R$ Milhões

2011

2012

2013

∆Ano

Receita Liquida

3.354

4.300

4.862

 13,1%

EBITDA

1.394

1.854

2.011

 8,5%

Margem EBITDA

41,6%

43,1%

41,4%

-

Investimentos

1.635

2.373

2.188

 (7,8%)

Fonte:www.teleco.com.br

Em um novo mundo onde a mobilidade passou a ser uma necessidade de todos os clientes e a venda integrada de serviços um fator importante para permitir sinergias e um atendimento mais completo ao cliente, a GVT teria grandes ganhos ao se associar a uma operação móvel no Brasil.

A VIVENDI, controladora da GVT, é a maior empresa de telecomunicações e mídia da Europa, e vem sendo penalizada pelo mercado por possuir uma gama muito grande de operações, tendo perdido dois quintos de seu valor nos últimos cinco anos, pelo efeito do chamado “desconto de conglomerado”: os investidores acham melhor apostar em diversas empresas focadas do que em uma única diversificada.

A fim de rever seu portfolio de empresas, e focar mais no negócio principal, a VIVENDI vinha buscando um comprador para sua fatia na GVT, tendo como preço alvo o valor de 7 bilhões de Euros.

A DirecTv, empresa americana controladora da SKY no Brasil, mostrou-se interessada e, ofereceu cerca de 6 bilhões de Euros pela GVT. Porém, em meados de março, foi informado que o negócio não seria concretizado.

No entanto, quase que simultaneamente foi informado que a VIVENDI irá dar seguimento as negociações com a Numericable, que ofertou 11,75 bilhões de Euros pela operação de telefonia móvel SFR, vice líder do mercado francês de telefonia móvel.

O final dessa negociação está previsto para ser anunciado até o final de março.

Recentemente, em 20/03, foi anunciado que a Bouygues, outro conglomerado francês, cuja oferta de US$ 11,3 bilhões havia sido preterida pela Vivendi, aumentou o valor para 13,15 bilhões em dinheiro, fazendo com que a negociação com a Numericable fique ainda mais tensa e favorável a VIVENDI.

Se a venda for exitosa, gerando elevados valores para seu caixa, é possível que a VIVENDI volte a se interessar por fortalecer suas operações no Brasil, se aproximando da Telecom Itália, na busca um acordo onde as duas empresas se aliem e permaneçam com suas posições estratégicas no Brasil, reforçando-se mutuamente. Não deve ser descartada a hipótese de compra total por parte da VIVENDI, menos provável, no entanto.

O CEO da Telecom Itália, Marco Patuano, em sua visita ao Brasil ocorrida em fevereiro, comentou: “A TIM é uma companhia muito boa que faz telefonia móvel e a GVT é uma ótima companhia que faz telefonia fixa. Então surgem especulações de que isso seria uma combinação ótima” .

Na Itália, o segundo maior acionista da TELECOM ITÁLIA, Marco Fossati, lançou um candidato para disputar com o indicado da Telefônica, no proximo dia 16 de abril, o cargo de Presidente do Conselho da Operadora.

Como se vê, este ainda é um jogo que está sendo jogado, e muitos movimentos e surpresas poderão acontecer nos próximos meses.

Maiores detalhes sobre a operação da VIVENDI na França, veja em:

http://www.reuters.com/article/2014/03/21/us-bouygues-idUSBREA2J1ZH20140321

 
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